sábado, 19 de maio de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
PORQUE EU JÁ TÔ DE SACO CHEIO!
Sim, é verdade, a oposição tem se aproveitado. Mas, eu estou de saco
cheio de ouvir dos defensores de Ricardus I que toda essa “conversa” sobre a
#AutomiaDaUepb não passa de intriga e oportunismo da oposição. Caros
defensores, caso ainda não saibam, a própria Marlene votou no Reicardo, eu,
Fabiana de Araújo e Silva, que aqui vos escrevo, também votei nele, assim como
tantas outras pessoas que demonstram estarem arrependidas, ou pelo menos,
desgostosas com o atual governo. Essas também são as pessoas que estão pedindo
pela #AutonomiaDaUepb.
Sim, é verdade,
algumas pessoas, inicialmente, falavam em privatização da #UEPB. Mas, eu estou
de saco cheio de ouvir dos defensores de RuimCardo coisas como: “começaram
falando em privatização, e quando viram que não ia dar em nada mudaram pra
autonomia”. Marlene nunca mencionou a palavra privatização, e se
alguns oportunistas da oposição a usaram, não queiram também usar de
oportunismo para prejudicar uma campanha limpa, que visa apenas a defesa da
#AutonomiaDaUepb.
Sim, é verdade,
Marlene é pré-candidata à Prefeitura de Campina Grande. Mas, eu não estou de
saco cheio de ouvir isso não, eu estou a ponto de ter um piripaque quando eu
ouço defensores de Vossa Majestade Ricardo Coutinho insinuarem que a Reitora
tem usado a UEPB como palanque para se promover. Imagino que se isso é verdade,
em 2003, quando Marlene fez greve de fome, e acampou durante dois meses em João
Pessoa, visando apenas a melhoria da universidade, deve ter pensado algo como:
hummmmmmm, vou começar a me promover para a Campanha de 2012. Por favor, como a
própria Marlene já disse, ela não quer e não precisa desse tipo de mídia.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
COMO ESCREVER UMA CRÔNICA
A nova professora de Tavinho pediu que toda turma escrevesse uma crônica, com tema livre, e entregasse na próxima aula. Tavinho não gostou nem um pouco da ideia, porque o dia para entregar a tal crônica era na segunda-feira, e ele teria que passar o fim de semana fazendo algo que ele detesta: escrevendo.
Como ele tinha sido reprovado ano passado, não podia deixar de escrever essa crônica de jeito nenhum, e o jeito era tentar escrever o mais rápido possível, para poder aproveitar um pouco do fim de semana, e não ter que contar aos seus amigos que não ia ao shopping porque tinha dever de casa para fazer. Imagina a zoeira que ia ser!
Pegou papel e caneta e começou a escrever ... “Era uma vez em um mundo tão tão distante...” Mas aí ele lembrou do que a professora falou, que Era uma vez a gente só usava para contos de fadas. Lembrou também que Suzana, a sua nova professora, tinha dito que as crônicas tratam de acontecimentos cotidianos, que circulam em meios de comunicação como jornais e revistas.
Tavinho então correu para o computador e começou a ler sobre todas as notícias do dia, com o intuito de encontrar uma boa história e escrever sobre ela. Ia ser fácil demais, ele pensou. Porém, nenhuma das notícias lhe trouxe inspiração, porque ou eram notícias muitas tristes - sobre assassinatos, deslizamentos e miséria; ou eram muito chatas - sobre o Photoshop que usaram naquela atriz gostosa, ou o novo corte de cabelo da Fátima Bernardes.
Começou a desanimar, e ao invés de tentar escrever alguma coisa, amassou a folha em branco e jogou no chão. Imediatamente, sua gatinha Afrodite deu um pulo e tentou pegar a bola de papel. Tavinho passou a observar todos os movimentos de Afrodite, que jogava a bola para lá e para cá, se escondia como se a bola fosse um monstro que estivesse a perseguindo, e depois aparecia do nada e dava um bote em cima da bolinha de papel, jurando que tinha conseguido derrotar seu inimigo.
Sua mãe, que também assistiu toda cena, falou: “Essa Afrodite, quanta imaginação ela tem”. Ao ouvir isso Tavinho deu um pulo, beijou sua mãe em sinal de agradecimento, pegou outra folha e começou a escrever sobre o que os escritores têm em comum com os felinos: muita imaginação.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
AOS QUE NÃO DIZEM NADA
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Ideia para um panfleto
Siga nossas dicas e aprenda a educar o seu filho, mal. É de suma importância que seu filho esteja presente em todas as situações descritas abaixo:
1. Não leia livros;
2. Nunca doe nada;
3. Não separe o material reciclável;
4. Receba troco a mais e não devolva;
5. Ao encontrar um animal abandonado na rua, chute-o;
6. Grite com seus funcionários, bem alto e grosseiramente;
7. Sempre que forem pedir alguma ajuda à sua porta, grite: Vai trabalhar vagabundo;
8. Quando um cego precisar de ajuda para atravessar a rua, finja que não está vendo;
9. Ao entrar idosos, gestantes ou deficientes no ônibus lotado, não diga ao seu filho que o correto é ele levantar para dar o lugar;
10. Ao terminar de ler este panfleto, jogue-o pela janela do ônibus.
CONTO DE ESCOLA DO SÉCULO XXI
O professor entra na sala. Lá está ela o observando: a câmera. Os alunos, ao contrário, nem notam sua presença, estão gritando e jogando bolas de papel um no outro. João, o professor, pensa em gritar, dizer que esse tipo de comportamento é uma verdadeira falta de respeito, mas logo se lembra dela, a câmera. João então se controla, e começa pacientemente a pedir que seus alunos se acalmem. Aos poucos ele consegue, e começa a escrever um Exercício de Fixação no quadro. Quando termina, avisa aos alunos que eles devem entregar a atividade até o final da aula. O professor, cansado, senta em sua cadeira e começa a pensar se já depositaram seu salário, afinal já era dia 23, e ao ser contratado disseram que do dia 10 não passava. Claro que era mentira, pois desde o dia 10 checava sua conta bancária todos os dias e até agora não haviam depositado dinheiro nenhum.
Mas de repente João acorda, dá um pulo e começa a circular pelas mesas dos alunos e imaginar se a diretora o vira cochilar em sua cadeira. Com os alunos não se preocupa, como sempre eles não lhe dão a mínima atenção. Nenhum aluno lhe pergunta nada, suas pernas doem, mas ele continua a circular entre as fileiras, esperando que a aula termine. Finalmente, para professor e alunos, o sino toca. João recebe as atividades e arruma suas coisas rapidamente - faltam apenas 30 minutos para começar a aula na próxima escola em que trabalha, e ele ainda pretende ir ao banco.
Ao passar em frente à sala da diretora ela o chama. Seu coração gela, tem certeza que ela o chamou para repreendê-lo por ter ficado sentado na cadeira e cochilado. Ele entra na sala e tenta não mostrar nervosismo. A diretora então sorri, e diz que gostaria apenas de parabeniza-lo pela aula de hoje. O professor, obviamente, não entende nada, mas agradece e sai aliviado. Ao subir na moto, pensa se a diretora realmente olha pela câmera, e sai pilotando. Porém, logo esquece esse assunto, pois chegou ao banco e precisa se apressar.
terça-feira, 19 de julho de 2011
Associação de Amigos dos Animais Abandonados - A4
Hoje escrevo com a intenção de ajudar divulgar o trabalho da A4, uma associação que ajuda animais abandonados. O abrigo da A4 está em obras, e precisando muito de ajuda, pois não param de aparecer animais sofridos e abandonados; e a associação sobrevive apenas de doações (que nem sempre são mensais). Como objetivos eles têm: prestar socorro aos animais de rua vítimas de atropelamentos, maus-tratos e doenças (na medida das condições dos sócios); realizar cirurgias de esterilização em todos os animais que chegam até a A4; recuperar esses animais e encaminhá-los para a adoção (Termo de Responsabilidade); representar animais vítimas de maus-tratos perante o Ministério Público; fiscalizar a atuação do município na política de controle das populações de animais de rua; atuar em parceria com o poder Público na educação para a posse responsável dos animais de estimação; aumentar o número de sócios contribuintes e arrecadar doações da comunidade, de empresas e quaisquer interessados em colaborar com a A4.
Para adotar, ligue 8750-7078 e fale com a Carol.
Ou tentem entrar em contato pelo facebook: http://www.facebook.com/pages/A4-Associa%C3%A7%C3%A3o-de-Amigos-dos-Animais-Abandonados-PB/193817623986853